27/03/2010

… na descoberta das origens dos mouros da capela da Vila Velha de Castelo Branco…

Autor: Aida Freitas Ferreira
Por terra dos contos das mil e uma noites, á descoberta das origens dos mouros da vila velha encontrei a semelhança entre tantos lugares comuns. Um lugar para se visitar com os olhos do coração para ver. Apenas ver, pois como dizia pessoa, "pensar é estar doente dos olhos", aqui o certo é sentir e ver.

Este ano o Entrudo levou me a outro continente.
Mais uma vez por terras de África, agora com destino à cidade de Marraquexe. Desta vez as montanhas do Atlas e o Todra foram preteridos.
Deixo-vos imagens de um local tão diferente do nosso mas que muito nos diz. Os Mouros da lenda da capela.
Aqui descobri também que uma vila de nome Mogadour, a actual Essaouira. Uma vila junto ao mar.
Se há postura que admiro é a destas gentes que fazem das Os tons rosa do buganivilia foram mantidos e deram o lugar com um ar de misterio e romance, com uma sensação de estar em um cenário de filme suas raízes e das suas coisas coisas mesmo suas.
Desde a arquitectura, à cozinha, às cores, a os doces. Pelas ruas dos Souks há de tudo.
Até mesmo um belíssimo café que aproveitou a beleza do seu pátio para dar nome e cor ao estabelecimento em causa.
No seu pátio, desde sempre, existia uma buganvília linda, de cor rosa, que aí foi mantida e serviu de mote.
No sopé do Atlas, no vale de Ourika, na aldeia de Setti Fatma encontrei lagares de azeite, riachos, pastores, moinhos de  água, onde ainda se esmaga milho e trigo da maneira mais artesanal.

No sopé do Atlas, no vale de Ourika, na aldeia de Setti Fatma encontrei lagares de azeite, riachos, pastores, moinhos de  água, onde ainda se esmaga milho e trigo da maneira mais artesanal.
moinho de graõs
mó de granito lembra os antigos lagares de castelo branco
o sistema antigo lembra dos utilizados nos lagares e moinhos antigos de portugal

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