21/12/2010

Ditados e provérbios albicastrenses.

Autor: Ricardo Pereira
 
Ajudem a reunir ditados e provérbios dos albicastrenses de hoje e de outras épocas! Este artigo já está na terceira edição e com a ajuda de todos reunimos 125 provérbios.
 
É simples, basta cada um que lembrar de um ditado, escreve-o nos comentários(clique para seguir a pagina).
 
Serão reunidos de vez em quando em um artigo que volta á pagina inicial para relembrar. Por favor assinem sempre com o nome para sabermos quem lembrou do ditado. É muito interessante e permite relembrar frases que nossos avós nos deixaram e que sem dúvida ficarão no esquecimento se não as juntarmos.
 
Um forte abraço
 
DITADOS ALBICASTENSES:

1. A boda e batizado não vai sem ser convidado;

2. A casa que tem bom vinho não precisa ramo;

3. A cavalo dado não se olha o dente;

4. A culpa morreu solteira;

5. A fruta proibida é a mais apetecida;

6. A galinha da vizinha é sempre melhor que a minha;

7. A justiça tarda, mas não falha;

8. A liberdade do homem começa quando fica viúvo;

9. A mentira corre, mas a verdade a apanha.;

10. A necessidade aguça o engenho;

11. A ocasião faz o ladrão;

12. A ociosidade é mãe de todos os vícios;

13. A união faz a força;

14. A vaidade é o espelho dos tolos;

15. A verdade é como o azeite, vem sempre ao de cima;

16. A vozes loucas, orelhas moucas;

17. Abril águas mil;

18. Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura;

19. Albarda-se o burro à vontade do dono;

20. Amigos, amigos, negócios à parte;

21. Amor com amor se paga;

22. Antes de casar, arranja casa para morar, terras para lavrar, e vinhas para podar;

23. Antes quebrar que torcer;

24. Antes tarde que nunca;

25. Ao menino e ao borracho põe Deus a mão por baixo;

26. Aquele e de bronze ganha dez e gasta onze;

27. Ate ao lavar os cestos é vindima;

28. Barriga cheia companhia desfeita;

29. Boca fechada não entra moscas;

30. Burro velho não tem andadura e se a toma pouco dura;

31. Burro velho, não aprende línguas;

32. Cada cabeça sua sentença;

33. Cada macaco no seu galho;

34. Cada terra com seu uso, cada roca com seu fuso;

35. Calças brancas em Janeiro, sinal de pouco dinheiro;

36. Cão que ladra não morde;

37. Casa em que não há pão, todos ralham e ninguém tem razão;

38. Casa que não e ralhada não e governada.;

39. Coices de garanhão pra égua carinhos são;

40. Com papas e bolos se enganam os tolos;

41. Com vinagre não se apanham moscas;

42. Comer o pão que o diabo amassou;

43. Comes te gato por lebre;

44. Contra fatos não há argumentos;

45. De pequenino se torce o pepino;

46. Deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer;

47. Depois do baptizado feito não sobram padrinhos;

48. Deus da as nozes a quem não tem dentes;

49. Deus escreve direito por linhas torta;

50. Devagar se vai ao longe;

51. Diz com que andas eu te direi quem tu és;

52. Em tempo de guerra não se limpam armas;

53. Em casa de ferreiro espeto de pau;

54. Em dia de São Lourenço,vai à vinha e enche o lenço;

55. Em dia de São Martinho vai à adega e prova o vinho;

56. Em dia de São Tiago, pinta o bago;

57. Em terra de cego que tem um olho é rei;

58. Entre mortos e feridos algum há de escapar;

59. Fiat na virgem e não corras;

60. Galinha do campo não quer capoeira;

61. Gato escaldado de água fria tem medo;

62. Grão a grão enche a galinha o papo;

63. Guarda que comer e não guardes que fazer;

64. Homem prevenido vale por dois;

65. Juntam-se as comadres , descobrem-se as verdades;

66. Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão;

67. Leitão de um mês ,cabrito de três;

68. Mais depressa se apanha um mentiroso, que um cocho;

69. Mais vale um pássaro na mão, que dois a voar;

70. Matar dois coelhos de uma cajadada;

71. Muita parra pouca uva;

72. Mulher honrada não tem ouvidos;

73. Não metas o carro a frente dos boi;

74. Não deixes para amanhã, o que podes fazer hoje;

75. Não há amor como o primeiro;

76. No aperto e no perigo é que se conhece o amigo;

77. Ó ai ó i escorreguei mas não caí;

78. Ó i ó ai quem escorrega também cai;

79. O mal dos outros é o consolo dos parvos;

80. O que é barato sai caro;

81. O sol quando nasce é para todos;

82. Onde canta o galo não canta a galinha ... (querias);

83. Os amigos são para as ocasiões;

84. Para a frente é que é Lisboa;

85. Para bom entendedor meia palavra basta;

86. Poda em Março, vindima no regaço;

87. Quem anda de boca aberta, ou entra mosca ou sai asneira;

88. Quem cabritos vende e cabras não tem, de algum lado lhe vem;

89. Quem canta na cama e assobia à mesa,ou não tem juízo ou pouco lhe pesa;

90. Quem canta seu mal espanta;

91. Quem dá aos pobres empresta a Deus;

92. Quem dá o que tem a pedir vem;

93. Quem diz a verdade não merece castigo;

94. Quem diz a verdade... vai pro céu;

95. Quem espera desespera;

96. Quem espera sempre alcança;

97. Quem foi ao mar perdeu lugar;

98. Quem foi ao vento perdeu o assento;

99. Quem muito dorme, pouco aprende;

100. Quem não tem dinheiro não tem vícios;

101. Quem não trabuca não manduca;

102. Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é tolo ou não tem arte;

103. Quem rouba tostão é ladrão e quem rouba milhão é barão;

104. Quem sai aos seus, não degenera;

105. Quem semeia ventos, colhe tempestades;

106. Quem te avisa teu amigo é;

107. Quem tem vagar faz colheres;

108. Quem torto nasce tarde ou nunca se endireita;

109. Quem tudo quer tudo perde;

110. Quem vai a feira perde a cadeira;

111. Quem vai à guerra, dá e leva;

112. Quem vai para o mar avia-se em terra;

113. Quem viver verá as voltas que o mundo dá;

114. Saber esperar é uma virtude;

115. Se queres a vinha remoçada, poda-a enfolhada;

116. Se sabes o que eu sei cala-te que eu me calarei;

117. Tantas vezes vai o cantaro à fonte, que um dia lá fica a asa;

118. Tão ladrão é o que vai à horta, como o que fica à porta;

119. Ter mais olhos que barriga;

120. Trabalhar para aquecer, é melhor morrer ao frio;

121. Trigo com morrão, não faz bom pão;

122. Trinta dias tem Novembro, Abril junho e Setembro, de 28 só há um, e os mais são de 31;

123. Tristezas não pagam dívidas;

124. Um burro carregado de livros não é doutor;

125. Vozes de burro não chegam ao céu;

 
vinha em castelo branco mogadouro

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